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Mauro Castro
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Remetido por
Itabajara Catta Preta 


MAURO  CASTRO, nascido em Uberaba-MG, Filho de Mário de Moraes e Castro e Floriscena Cunha Campos de Moraes e Castro. Formado em Direito pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil. Também formado  em Comunicação; com pós-graduação. Participa  da Academia de Letras de Brasília (XXVII Cadeira, patrono Erico Veríssimo), que preside desde 1990, achando-se no quinto perío-
do de mandato, sucessivamente reeleito. Também faz parte da Academia de Letras do Triângulo Mineiro e do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal e Associação Nacional de Escritores. É portador de inúmeráveis medalhas, comendas e condecorações.  Autor de livros de Direito e Literatura e tem participado de inumeráveis antologias, com verbete na Enciclopédia Da Literatura Brasileira.

LIVROS (de poesias) PUBLICADOS

    Páginas da Vida
    Versos no Azulejo
    Três Viajantes  (co-autoria de Arnaldo Setti e Vitor Tanuri)

    ROMA, DEPOIS DE CRISTO 

    Em Roma, o consórcio da firma do amor
    Os lances em conlúio
    No contrato exótico.
    Ver quem será o cantor da cidade eterna.
    Catacumbas escuras, riscos de ziguezagues
    Fontes recitam e excitam!
    Ruinas informativas; excêntricas,
    Vias tradicionais, ululantes.
    Roma. Roma como policitante.
    Recreio de romanos andantes
    Praças reincidentes da História
    Via Veneto indissolúvel
    Condotti, envolta nos vasos de Samambaia
    Tibre, Mediterrâneo...
    Canções passam na longevidade da planície on-
    Dulada
    A longevidade, a notoriedade de Roma
    Aquiescente, voltarei sempre
    Usarei uma passarela para as sete-colinas
    Evocarei sua canção onipotente
    Antológica cidade.


IRRACIONALIDADE
 
 
        Não trago a marca do espanto, 
        Que registra a interrogação 
        Da dúvida. 
        Espanto-me, sim, 
        Com a incredulidade 
        Da manhã dos homens 
        Que estremunham, 
        Despertando  de olhos 
        Arregalados 
        Para a sua própria  
        Irracionalidade. 
         
 

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