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Soares Feitosa

Da caixa postal aos

corrós de açude:

uma visita ao poeta Ascendino Leite

 

 

Dos  Leitores

 

Nicodemos Sena

De: nicosena [mailto:nicosena@iconet.com.br]
Enviada em: sábado, 28 de fevereiro de 2004 18:51
Para: soaresfeitosa@uol.com.br
Assunto: Corrós de açude - poesia?

 

Caro Soares Feitosa.

Foi com satisfação que li mais um delicioso texto de tua lavra "Da caixa postal aos corrós de açude: uma visita ao poeta Ascendino Leite".

É crônica? É ficção? É poesia? Penso que as três, juntas. DaNicodemos Sena crônica, tem aquele "ar" despretensioso de quem se deixa conduzir pelo ritmo da "valsa" (despretensioso – claro - só na aparência, pois é de ar que anjos e demônios preenchem seus corpos ao se apresentarem aos humanos). Da ficção, há o verbo se fazendo carne, se fazendo estrada, a linguagem peregrina através dos Sertões. Da poesia, existe o sábio uso das figuras, como esta, a grande metáfora do texto: "Porque estas coisas, noite e dia, são de uma só, a depender do olhar – o olhar de quem olha". Ela coloca, diante de nós, indecifrável, o grande poeta e prosador "auroral" Ascendino Leite, em seus 90 anos.

Um texto com a leveza do ar e a densidade de um bom pensamento. Digno do próprio Ascendino.

Um abraço do amigo,

Nicodemos Sena.

 

Claudio Willer

Sent: Friday, April 30, 2004 10:24 AM
Subject: Ascendino Leite

 

Belo tema!Claudio Willer

Publique livro desses teus textos mais em forma de crônica, coloquiais e fluentes.

Você decididamente não tem cara de ter 60 anos.

abraxas,

Willer

 

Ronaldo Cagiano

Sent: Monday, May 03, 2004 10:20 AM
Subject: Peixe na caixa postal

Caro Soares Feitosa,

Como sempre, é uma alegria e um prazer estético visitar o JornalRonaldo Cagiano de Poesia, que você , de forma altruística, vem mantendo e atualizando, promovendo um slutar  intercâmbio literário.

A página dedicada a Ascendino Leite faz justiça a um escritor respeitado e que, ao longo de décadas, vem contribuindo para a crítica literária desse País.

Abraços

Ronaldo

 

Ademir Demarchi

De: Ademir Demarchi [revistababel@uol.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 3 de maio de 2004 16:55
Para: Soares Feitosa
Assunto: Peixes na Caixa Postal
Ademir Demarchi

Prezado Soares Feitosa,

impagável essa sua crônica sobre o Ascendino!
Grande abraço
ademir demarchi

 

Donizete Galvão

De: Donizete Galvao [DGALVAO@abril.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 3 de maio de 2004 13:27
Para: soaresfeitosa@uol.com.br
Cc: Donizete Galvao
Assunto: RES: Peixes

Muito saborosa sua crônica/carta. Obrigado por tê-la enviada. Outro dia mesmo o Roniwalter JatobáDonizete Galvão me falava dessas aves chamadas de arribaçã ( é isso?) que comia na Bahia.

Gostei dos corrós pescados na Internet.

Um grande abraço,

Donizete galvão

 

 

 

 

 

 

Anísio Lage Neto

De: Anisio Lage Neto [mailto:lageneto@viamundoturismo.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 3 de maio de 2004 10:41
Para: Soares Feitosa

Grande Feitosa! 

Obrigado por apresentar-me a Ascendino Leite e aos corrós de açude e, aproveitando o gancho, lhe dedicar este poema em reconhecimento ao seu imensurável trabalho à frente do Jornal daAnísio Lage Neto Poesia.

 

POETAS E PEIXES

Para Soares Feitosa

 

O que tem a haver poetas e peixes?

Tudo! São criaturas que habitam

um mudo mundo estranho, particular.

Para entendê-los é preciso mergulhar...

 

Um abraço,

Anisio Lage

 

Ana Cordeiro

De: Ana Cordeiro [acordeiro@ciemp.pt]
Enviada em: segunda-feira, 3 de maio de 2004 05:54
Para: Soares Feitosa - Jornal de Poesia
Assunto: Re: Comentário+sobre+Femina
Prioridade: Alta
 

Caro amigo poeta,  

Perdoe a intimidade de o chamar de amigo ... mas para mim é como se já fizessem parte do meu circulo de amigos todos os seus poemas e  o seu Jornal de Poesia.  

Fiquei muito surpresa nesta manhã com sua mensagem, muito obrigada. 

Fiquei no aguardo dos tais "papés" que disse ter enviado em Março, mas aqui nada chegou. Com muita pena minha!  

Por isso gosto bem mais da internet é tudo muito mais imediato. Embora se perca o toque, o cheiro, o consolo do livro poisado na cabeceira bem ao alcance da mão e da alma. 

O poeta Ascendino é uma doçura, conquistada por cada cabelo branco, por cada dia passado, por cada verso desnudado no papel, por cada inconfidência das suas palavras colocadas magistralmente em verso.  

E a sua descrição do corrós de açude ... de crescer água na boca. 

Todos os que lêem é como se estivessem naquela mesa partilhando de tal divinal repasto.  

Aquele abraço lusitano. 

Ana

 

Silvana Amorim

De:  Silvana Amorim

Enviada em: domingo, 2 de maio de 2004 20:40

Para: soaresfeitosa@uol.com.br

Assunto: parabéns!

 

Soares,

sou eu, a da foto da orelha do livro de que você tanto gostou e muito mais ainda me emocionou. 

Gostei do texto, coisas e palavras, expressões da terra, que aqui, onde me escondo, não existem. Falamos e escrevemos um arrevezado de misturas italianas, caipiras e outras que tais. Falo do texto dos peixes, como sabe, animais têm especial significado em minha vida. Meu filho, de nome Nuno, que significa peixe em hebraico, é meu animalzinho querido. Adorei os peixes do poeta!

Aceite meu abraço e volte à lista, por favor!

Silvana

Nota do editor:

i) O livro referido por Silvana Amorim, de sua autoria:Guillaume Apolinaire, Ensaio Literário. Ed. Unesp; ii) a lista é a Litteratura de que Soares Feitosa está momentanemanete licenciado.

 

Leônidas Arrudas

De: leonarruda [mailto:leonarruda@bol.com.br]
Enviada em: domingo, 2 de maio de 2004 20:48
Para: soaresfeitosa
Assunto: Peixes na Caixa Postal

Prezado poeta:

Recebi seu e-mail e texto sobre nosso querido Ascendino. ÉLeônidas Arruda peixe bom. Já havia lido, mas ler o que você me mandou foi muito bom.

Obrigado e abraços. 

Continue seu sacerdócio. 

A literatura nos salvará.

Leônidas Arruda

 

Erorci Santana

De: santana [mailto:erosantana@ig.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 6 de maio de 2004 23:52
Para: Soares Feitosa
Assunto: Corrós, Ascendinos e outros seres formidáveis
 

Feitosa, caríssimo, 

Essas tuas crônicas impregnadas de poesia são sempre surpreendentes, disparam muitas lembranças que supúnhamos para sempre sepultadas. É que sua memória, pródiga, vasculha os detalhes, os lances aparentemente irrisórios que dão grande transe poético. Inspira-me, pois eu também tenho esse gosto, essa inclinação. Deixar pra lá, pois já estou fazendo exegese.

Poucas vezes tive nas mãos um atilho de córrós ou uma fieira repleta d tilápias, acarás. Quando tirava essa sorte nos poços de Minas ganhava o dia, a semana, a lenda pessoal, por muito trazia o imaginário saciado.Nunca fui ambicioso como Ernest Hemingway, Erorci Santanaque tinha apreço só pelos peixões marinhos.

Penso igual ao Willer: essas suas crônicas darão um belo livro pra ser lido com muito gosto e encantamento.

O Ascendino mandou-me, gentilmente, os nada pesarosos "Os Pesares", última safra de seu jornal literário. Noventanos! Esse nosso grande poeta paraibano é mesmo uma legenda. Um esteta que merecia ter toda a obra reeditada por uma grande editora, com capricho,  e distribuída em todo o país.

A homenagem foi bonita e merecida. Faço-a minha também.

Archiabraço amigo do

Erorci Santana