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Adriana Zapparoli 

Escreva para a autora

Goya, Antonia Zarate, detalhe

 

 

 

 

 

 

 

 

William Bouguereau (French, 1825-1905), Admiration Maternelle

 

 

 

 

 

 

 

Poesia :


Fortuna crítica:


Alguma notícia da autora:

 

Adriana Zapparolli

 

 

 

 

 

 

 

 

William Bouguereau (French, 1825-1905), João Batista

 

 

 

 

Albrecht Dürer, Mãos

 

Culpa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ingres, 1780-1867, La Grande Odalisque

Adriana Zapparoli


 

Fortuna crítica:

 

Claudio Daniel
 

Adriana Zapparoli é uma poeta que tem vocaçãoClaudio Daniel para o excessivo. Seus poemas em prosa combinam lirismo, metáfora e mitologia, resultando em estranhas aquarelas oníricas, que nos surpreendem pelo impacto das imagens imprevistas. É uma arte que combina erotismo e fúria barroca, confissão do eu e reinvenção do mundo, numa instigante floresta de signos.
 


 

Luiz Rufatto
 

Estive em sua página e me deliciei com seusLuiz Rufatto, foto de Simone Rufetto corajosos poemas - e corajosos não pelo tema em si, mas pelo fato de que é muito difícil enfrentar esse tema e não cair no lugar onde todos já estivemos, o lugar-comum. E você se sai muitíssimo bem, o que é raro, e por ser raro deve ser louvado. Parabéns.
 

 


 

Ricardo Alfaya
 

Já que falamos em coluna dorsal, vamos antes transcrever aqui uma lírica elegia à própria, tatuada com eróticos beijos, no poema deRicardo Alfaya nossa correspondente Adriana Zapparoli. Trata-se de uma metalinguagem em que lábio, corpo, beijo e poema se confundem.

Chama a atenção ainda no trabalho a referência ao "dinodonte", que é um gênero de "dinossauro". É deveras saborosa essa imagem de implícita comparação do dorso humano com um "dinodonte diminuto", mexendo com o tempo, evocando, de certo modo, a teoria da evolução das espécies.

O fogo, que recorda a luz apolínea, representa aqui também a força dionisíaca, encontrando no lábio o médium que permite a união das duas forças, em geral apresentadas na filosofia e na literatura como opostas, ainda que complementares. A palavra "astro" ressalta o sentido cósmico do poema.

Na verdade, podemos ver no trabalho uma metáfora do próprio esforço de muitos poetas na busca de conciliação entre o sagrado e o profano. Por fim, apropriadamente Adriana divulga o poema centralizado na página, tendo-o construído com versos curtos que vão descendo um tanto sinuosamente, quais vértebras, deixando no papel um desenho que sugere a forma de coluna.


(Informativo Alías 8 - Rio de Janeiro de 2002).
 


 

Henrique Chagas

 

Aprecio a poesia de Adriana Zapparoli. Tem muito mistério, o erotismo está oculto nas suas palavras: "palavras abstratas flutuaram num corpo abstrato... deslizando pelas curvas .... abraçando seu corpo nu" que não se revela por inteiro. Na sua Erótica vê-se a ausência explícita do prazer e do extâse, embora implicitamente seu erotismo se mostra na silenciosa mente que se ergue mística e ativamente. Vê-se o desejo acima de tudo.

[Henrique Chagas -Erótica - Informativo Verdes Trigos - Presidente Prudente S.P , 24 de abril de 2004]

 

 

 

A menina afegã, de Steve McCurry

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Floriano Martins

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jean Léon Gérôme (French, 1824-1904), Plaza de toros

Adriana Zapparoli


 

Sobre Adriana Zapparoli

 

Teve trabalhos editados no “Nozarte” (Informativo Impresso e Eletrônico) de Ricardo Alfaya e Amelinda Alves, na Revista Eletrônica e Impressa “A Cigarra” de Jurema Barreto de Souza e na Revista Eletrônica “Zunái” de Claudio Daniel.

Participou em algumas antologias poéticas no período de 2002 a 2004, entre elas "Poesia SÓ Poesia (Novas Letras, SP, 04/2004) e” Antologia Poetrix “(Scortecci, SP, 09.2002)”.

Alguns poemas foram transcritos por Zanoto na Coluna Diversos Caminhos, do Jornal Correio de Sul de Minas Gerais, no Jornal da Tarde de Salvador por Gerana Damulaskis e no Caderno Cultural Correio das Artes da Paraíba por Linaldo Guedes.

Teve um poema traduzido pelo poeta Reynaldo Jiménez.

Colabora com o Jornal de Poesia de Soares Feitosa.
 

 

E-Book de Adriana Zapparoli

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Michelangelo, Pietá

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Lauro Marques

 

 

 

28/03/2005