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Mário Pontes

Poussin, The Empire of Flora

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Poesia & Conto


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Valdir Rocha, Fui eu

 

Leonardo da Vinci, Embrião

 

 

 

 

 

 

 

Jean Léon Gérôme (French, 1824-1904)

 

 

 

 

 

Mário Pontes



Meu caro Soares Feitosa

 

Depois de tudo o que já disseram sobre sua poesia sobrou pouco pra mim. Basicamente, é aquilo que já lhe disse pelo telefone, meu caro aedo, meu caro bardo, cantor telúrico (eu disse isso antes de ter lido a palavra na capa do volume) apesar dos ares citadinos, espontâneo apesar dos seus sinais exteriores de erudição.

Gosto mais de poetas largados do que desses minimalistas que tentam invadir nossas estantes com a palidez da constipação pós-moderna.

E mais do que isso não direi, porque não sendo crítico de poesia nem professor de literatura, ando fugindo do achismo e da tentação de perguntar por que fez assim e não assado. Sou apenas um apaixonado pela literatura e em particular pela poesia, que leio às carradas e também às carradas jogo fora, porque muito pouco do que se publica vale a pena guardar.

Mudo portanto de rumo, e digo que fico feliz por saber que do paese mio vem um poeta com tanta força de expressão. Portanto em termos de afinidades profundas temos pelo menos as dos mitos.

Com admiração e a alegria pela amizade,


Mario Pontes
 



Soares Feitosa, 2003
Leia a obra de Soares Feitosa
 

 

 

 

 

07.04.2006