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Adriana Bernardi
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Alguma notícia da autora:

  • Bio-bibliografia

 

 

 

William Bouguereau (French, 1825-1905), L'Innocence

 

Allan Banks, USA, Hanna

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Adriana Bernardi


 

Um primeiro escrito
 

Que lindo é "Adolescíamos", não? Que coisa... Outra vez a música de fundo o acompanha... como nos outros versos seus... mais suave talvez... mais lúdica... que bonito, meu amigo... que bonito!

Singelo... de um frescor lindo... quase reconheço a Mirtes perambulando, graciosa que só, nas ruas durante o dia... tantas Mirtes existem por aí, não??? Mas... ahhh... que lindo!!! Me trouxe de volta o cheiro da adolescência... os sonhos dali, já agora outros... os sons... o mundo ainda encoberto e por isso mesmo tão mágico... facinho, facinho de ser conquistado, né??? - risos - Êhhhh, Feitosa... mais uma emoção que lhe devo.

Um segundo escrito
 

Feitosa... (ó eu cheia das intimidades...)

E num é que teu mail chegou enquanto 'tava lá no jornal, procurando o tal artigo (que não encontrei!) do Beneticto Ferri? Desisti e fui seguir o roteiro que vc indicou... Descobri a origem do jornal... tudo bem... muio lindo... entrei na página 6 (página??)... e fui... fui... li FEMINA... me tocou fundo, uma coisa triste, quase uma inveja dela mode ser tão amada por alguém... "Convite a flor" me deixou meio boquiaberta... tudo bem... fui indo, fui indo... de quem seria o próximo clic? Dou de cara com o "No céu tem prozac"... muito tempo tomando o comprimidinho prá num vê mais o céu cinza, né... fui lá ver o que era. E tou, com o coração na mão... os olhos cheinhos d'água... uma coisa doída... rapaz!!! Sei o que falar não!!! Num sei o que falá não!!! Obrigada, tá???
 

Adriana
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Poussin, Rebecca at the Well

 

 

 

 

 

Adriana Bernardi


 

Comentário de Réquiem em sol da tarde:

 

SF
 

E réquiem só conhecia o de Mozart e o do Guarnieri - e de mais alguém que não me lembro o nome... Fui lá, certa que encontraria uma missa... Não era uma missa, vê se pode?
Era, de fato, um réquiem. Prazer em conhecê-lo, réquiem sem coro nem tímpanos. Só com maestro. E despedida. Como tem que ser.

Fiquei pensando nessas vezes que a gente tropeça, depois deThomas Cole (1801-1848), The Voyage of Life: Youth muito tempo sem ver, em ex-amores, grandes amigos que deixaram de fazer parte das nossas vidas... que volta à casa da vó muito tempo depois dela ter partido... no colégio do jardim da infância... na pracinha que a gente andava de bicicleta... e a gente se espanta com o novo penteado, a barriguinha que surgiu, com o cheiro de casa de vó que virou cheiro de tapete fofo, com aquelas árvores traiçoeiras que continuaram a crescer sem precisar do nosso olhar como adubo!

Bateu saudade...

Sabe o que mais me espanta nos teus poemas??? É a singeleza. (existe essa palavra pelo-amor-de-deus???) A delicadeza. A simplicidade ao expressar a dor. Um fato. Um mundão. E fico tentado imaginar como teu olhar funciona. O que ele vê... de que jeito vê. E as peripécias que vc deve aprontar pra chegar ao simples... é porque num quero acreditar que vc chega facim, facim na essência. Assim... como num espirro. Num é possível!!! ou é?. E num te falei. Mas no céu também tem internet ¹. ''Divinha por quê??)

Outro abração

Adriana

 

1- A propósito de No céu tem prozac
 

 

 

 

 

 

 

27/06/2005