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Um aviso sobre pendências
Poeta! Regra geral, nunca deixo email
algum sem resposta. Contudo, tenho enfrentado uma verdadeira
praga de vírus, formatação de computadores e
outras aflições. Pior, ando velho, cansado, esquecido
e zonzo. E estes males, com o tempo, apenas pioram: mais velho, mais cansado,
mais zonzo.
Vivo em falta com Deus e o mundo. Por favor, não se acanhe de cobrar resposta. Creia-me, o nível de cordialidade deste operador é até bastante alto. Desculpe-me as falhas. Quando me reescrever, por favor repita o email anterior. Fica tudo mais fácil para relembrar. Há outro problema: os livros remetidos para cá, mas não vem o email. Fico aqui doidim para responder, mas o e-mail, cadê o email? O endereço postal, aquele do correio — o carteiro, uma braçada de cartas debaixo do braço, tocando a campainha, o cachorro pega-não-pega — por favor, mande o endereço postal. É valioso ter o endereço postal: o email, a gente o desativa por conta dos vírus; ficam os leitores (e editoras!) indagando-me sobre o poeta; eu, com a cara para cima, igual a marido, sem saber de nada. (E o pessoal do Nobel, se vierem procurá-lo, o que direi?). Os meus, email e endereço postal, logo abaixo. Escreva-me. Será um prazer receber e responder. Por favor, não me mande cartões-web: ando assombrado com cartôes-vírus. Uma mensagem amiga? Mande-ma direto no email. E tenha muito cuidado com cartões, que a maioria é mesmo de vírus e trojans; melhor não abri-los.
Com o abraço,
Ah, em tempo: Atualizando o endereço:
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6.12.2008